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As 5 famílias mais poderosas do passado

5 - Família Khan 
Genghis Khan foi o fundador, Khan o regente e Khagan o Imperador do Império Mongol, o maior império da história. Ele chegou ao poder através da junção de muitas das tribos nômades do nordeste da Ásia. 

Depois de fundar o império mongol e ser proclamado “Genghis Khan”, ele começou as invasões mongóis e invasões das dinastias Kara-Khitan Khanate, Cáucaso, Khwarezmiano Império, Xia Ocidental e Jin. Durante sua vida, o Império Mongol, ocupava uma parte considerável da Ásia Central. 




4 - Família Zhu
“Zhu” foi o nome da família dos imperadores da dinastia Ming na China antiga. O primeiro imperador Ming, Hongwu Zhu Yuanzhang , optou por usar o nome Ming para o nome dinástico, uma vez que oo imperador tinha o direito de escolher ou até mesmo mudar o nome da dinastia. Ming significa “brilhante”. A dinastia Ming foi da China foi de 1368 até 1644. 

Foi uma das maiores eras da administração ordenada e estabilidade social na história humana. Embora a capital Ming, Pequim caiu em 1644 a uma rebelião liderada por Li Zicheng, que foi logo substituída pela Dinastia Manchu dos Qing, os regimes leais ao trono Ming (coletivamente denominado Ming Meridional) sobreviveram até 1662. A dinastia Ming é muitas vezes considerado tanto um ponto alto da civilização chinesa. 




3 - Família Ptolomeu
A dinastia de Ptolomeu foi uma família real macedónica helenística que governou o império ptolomaico no Egito por quase 300 anos, a partir de 305 a.C. a 30 a.C. Ptolomeu, um dos sete seguranças que serviu como generais de Alexandre o Grande e, foi nomeado sátrapa do Egito após a morte de Alexandre em 323 a.C. Em 305 a.C., ele declarou-se rei Ptolomeu I, mais tarde conhecido como “Soter” (salvador). 

Os egípcios logo aceitaram a Ptolomeu como o sucessor dos faraós do Egito. A família de Ptolomeu governou o Egito até a conquista romana. O membro mais famoso da linha foi a última rainha, Cleópatra VII (foto acima com uma Moeda de Cleópatra VII, com a sua efígie), conhecida por seu papel nas batalhas políticas entre romanos Júlio César e Pompeu, e mais tarde entre Otávio e Marco Antônio. Seu suicídio na conquista por Roma marcou o fim da família de Ptolomeu, no Egito. 


2 - Família Médici
Os Médici foram uma poderosa família de Florença durante a Renascença, cujas riqueza e influência se originaram do comércio de têxteis e da Arte, tornando-se banqueiros, e posteriormente políticos, clérigos e nobres, os Médici atingiram o seu apogeu entre os séculos XV e XVII com um conjunto de figuras importantes na história da Europa e do Mundo. 

A linhagem directa dos Médici extinguiu-se em 1737. Eram imensamente ricos, governantes não oficiais da República de Florença. O ramo primogênito da família – os que descendem de Pedro de Cosmo de Médici e do seu filho Lourenço de Médici, o Magnífico – governaram até ao assassinato de Alexandre de Médici, primeiro duque de Florença, em 1537. O poder passou então para o ramo dito júnior – os que descendem de Lourenço de Cosmo de Médici a partir do seu trineto Cosmo I de Médici.


1 - Plantagenetas
A Dinastia Plantageneta ou Angevina (de Anjou), que reinou na Inglaterra entre 1154 e 1399. O nome tem na sua origem a giesta (plant genêt em Língua francesa), que o fundador da casa Geoffrey V, Conde de Anjou escolheu para símbolo pessoal. Os Plantagenetas são originários do Condado de Anjou, atualmente parte de França, e chegaram ao poder na Inglaterra através do casamento de Godofredo ou Geoffrey V, Conde de Anjou com Matilde de Inglaterra, a herdeira de Henrique I. 

O primeiro rei Plantageneta foi Henrique II, filho de ambos. Além da Inglaterra e de suas possessões francesas, os plantagenetas ascenderam ao trono da Sicília no século XII e adquiriram domínios no mediterrâneo oriental, participando de ações militares no âmbito das Cruzadas. Desse conjunto de territórios sob posse de uma mesma dinastia advém o termo Império Angevino. 

O fim da dinastia Plantageneta é considerado em 1399, embora não corresponda a uma quebra dinástica. Esta data marca a subida ao trono de Henrique de Lancaster (neto de Eduardo III) e o princípio dos conflitos que mais tarde iriam evoluir para a Guerra das Rosas.
 Fonte Blog do Selback

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